| MOSCA DE BANHEIRO (Psychoda sp.) |
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Características também conhecidas por moscas dos filtros. São aquelas comumente encontradas no banheiro das residências. A sa de ponta arredondada. Os adultos são pequenos, variando de 3 a 5 mm de comprimento, de coloração enegrecida e não têm a capacidade de picar. Não existem registros de doenças transmitidas ao ser humano por estas mosquinhas. Tamanho de 1,5 a 5 mm, coloração acinzentada, com longevidade de 2 semanas. |
| MOSQUITO DA DENGUE (Aedes aegypti) |
Características espécie nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão do dengue e febre amarela (arboviroses). Possui coloração escura e manchas brancas pelo corpo. As fêmeas picam preferencialmente ao amanhecer e próximo ao crepúsculo, mas podem picar em qualquer hora do dia. Elas podem picar qualquer animal, mas o homem é o mais atacado. Esta espécie abandona o hospedeiro ao menor movimento, passando, desta forma, por vários hospedeiros disseminando-se assim a doença. |
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Ocorrência todo o Brasil Hábitos diurnos. Alimentação hematófago Reprodução utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro. Predadores naturais pássaros, aves, anfíbios, répteis. |
| MOSQUITO PÓLVORA ou MARUIM (Culicoides furens) |
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Características também conhecidos como borrachudos, são mosquitos pequenos, entre 1 e 2 mm de comprimento, com coloração escura, com peças bucais picadoras curtas, antenas longas e pilosas nas fêmeas e plumosas nos machos. As asas têm venação característica, poucas nervuras, muitos pêlos e sem escamas, com ápice arredondado. |
| MURIÇOCA (Culex quinquefasciatus) |
Características também conhecidos como pernilongo, O fim das chuvas favorece o aparecimento deste inseto que, se já não bastasse o zumbido desagradável que fazem em nossos ouvidos, ainda picam. Transmite um tipo de filariose conhecida como elefantíase. |
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Ocorrência todo o Brasil. Hábitos noturnos Alimentação hematófago. Aquele "bzzzzzzz" infernal que não deixa você dormir é sinal de um inseto faminto em busca do seu jantar. Reprodução com o fim das chuvas, as muriçocas proliferam, pois os rios secam e as poças d'água pequenas tornam-se viveiros ideais. Afinal elas "gostam" de água suja e com temperatura mais alta. No verão, as fêmeas saem de suas tocas famintas, prontas para picar alguém e extrair do sangue a energia para maturar seus ovários e reproduzir. Predadores naturais pássaros, aves, répteis, anfíbios. |
| MUTUCA (Tabanus bovinus) |
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Características corpo redondo, colorido com tonalidades vivas e brilhos metálicos. Possuem a abdome fusiforme, cabeça volumosa mais larga que o tórax, olhos ocupam quase toda a superfície, antenas curtas, aparelho bucal curto tipo picador-sugador, tromba adaptada para picar e sugar, asas claras com pequenas manchas , antenas relativamente longas e tamanho maior que o de uma mosca doméstica . Ataca o gado bovino e equino, de grande porte, com comprimento variando de 2 a 2,5 cm. |
Larvas são anfíbias com forma de cones alongados. Têm dois ganchos na cabeça e o abdome almofadado. Isso lhes permite rastejar em chão úmido sobre plantas aquáticas. As mandíbulas da mutuca são como um par de espadas afiadas, com saliências nos lados como se fossem serras, e que se cruzam como as lâminas de uma tesoura. Suas maxilas são como pequenas lanças de ponta aguçada, capazes de entrar e sair de um orifício como se fossem uma broca pneumática. Mas isso não é tudo. Esse estranho cirurgião, como se estivesse numa sala cirúrgica, suga o sangue de sua vítima, usando seu aparelho sugador. Finalmente, usa um anticoagulante para que o sangue não coagule. A picada da mutuca em si não é prejudicial, embora seja dolorosa, contudo, pode transmitir moléstias: a doença do sono ao ser humano na África e aos cavalos na Índia. No campo este inseto incomoda o gado e cavalos, pousando geralmente na região da anca, dorso do animal, pescoço e patas, locais onde o animal dificilmente consegue "espantá-las". Além de perturbarem o hospedeiro, podem transmitir agentes infecciosos e desencadear reações alérgicas. Habitat áreas rurais, pastagens e capoeiras. Vivem em geral próximas aos criadouros, abrigando-se nas matas. Ocorrência todo o Brasil Hábitos pica durante as horas quentes do dia. Raramente invadem casa e estábulos, preferindo picar animais a céu aberto. Predominam nos meses quentes e chuvosos, emergindo os adultos sempre nas mesmas estações do ano. Alimentação as larvas são carnívoras, alimentam-se de pequenos invertebrados de água doce. As fêmeas alimentam-se de sangue, isto é, são hematófagas. Os machos alimentam-se de pólen e néctar das flores. Reprodução os ovos são colocados às centenas em plantas aquáticas e junto das águas e as larvas desenvolvem-se na água. Predadores naturais peixes, anfíbios, aves, pássaros e répteis. |
| PERCEVEJO (Nezara viridula) |
Características são mais conhecidos como percevejo verde, maria-fedida ou fede-fede, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Na fase adulta, conforme indicado por seu nome comum, o percevejo apresenta coloração verde, tendo manchas vermelhas nos últimos segmentos de suas antenas. Pode causar prejuízos em vários tipos de culturas agrícolas. As ninfas são brancas, os adultos, usualmente ao redor de 10 mm de comprimento, são de coloração castanha, com suas patas anteriores adaptadas para escavar. |
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| PIOLHO (Pediculus humanus) |
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Características é um ectoparasito hematófago que se especializou para o corpo humano (é exclusivo do ser humano), sua infestação é conhecida como pediculose, e é sinônimo de falta de higiene, sendo particularmente severa em episódios de desordens sociais, como na guerra ou crises sociais. É vetor do tifo exantemático (Rickettsia prowazeki), febre recorrente (Borrelia recurrentis) e febre das trincheiras (Rickettsia quintana). São insetos sem asas, de coloração escura, tamanho pequeno. Corpo apresenta divisão clara em cabeça, tórax e abdome. O seu ovo fixa-se ao fio de cabelo por uma substância pegajosa, assumindo a forma vulgarmente conhecida como lêndea. Usualmente as lêndeas podem ser encontradas aderidas as fibras dos tecidos das roupas, assim como o próprio inseto. |
| PULGA (Pulex irritans) |
Características são pequenos insetos ectoparasitos de aves e, principalmente, mamíferos. Medem geralmente menos de 5 milímetros de comprimento e suas partes bucais são adaptadas para cortar a pele e sugar o sangue do hospedeiro. Não têm asas, mas possuem pernas extremamente fortes, especialmente o par posterior, que possibilita às pulgas moverem-se rapidamente e pularem distâncias muito maiores que o comprimento de seu corpo. As pulgas adultas possuem coloração marrom avermelhada, corpo endurecido (difícil de esmagar entre os dedos), possuem três pares de pernas (pernas posteriores mais largas para possibilitar o salto) e são achatadas verticalmente, o que facilita seu movimento entre os pêlos ou penas do hospedeiro. Os olhos são reduzidos ou mesmo ausentes. O aparelho bucal é do tipo mastigador. As pulgas não |
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| PULGÃO |
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Características são de grande importância econômica, pois podem ocasionar sérios prejuízos às plantas cultivadas. Apresentam corpo mole, piriforme, isto é, em forma de pêra sendo encontrados em grande quantidade sobre os ramos e botões florais. Provocam o enrolamento ou murchamento da planta, além de serem vetores de microrganismos que causam doenças às plantas. Alguns pulgões podem apresentar asas que, em repouso, são mantidas verticalmente sobre o corpo. Na parte posterior do abdome dos pulgões existe um par de cornículos, estruturas tubulares que funcionam como tubos secretores de cera. |
Alimentação sugam a seiva das plantas eliminando uma substância adocicada denominada "honeydew". Esta substância corresponde ao excesso de seiva sugada pelo inseto, que uma vez em contato com a planta possibilita o crescimento de um fungo negro denominado fumagina. Este fungo impede que a planta exerça suas funções podendo levá-la a morte. As formigas também são atraídas pelo "honeydew". Reprodução por partenogênese, isto é, as fêmeas não precisam ser fecundadas para dar origem a outras fêmeas. No entanto, em algumas épocas do ano, é possível visualizar machos na população. Quando isto acontece, ocorre reprodução sexuada (com cópula), dando origem a machos e fêmeas. Os machos normalmente aparecem quando existe superpopulação de pulgões em uma única planta hospedeira, a planta hospedeira está morrendo, a temperatura ambiente está mais baixa, entre outras situações. Fêmeas vivíparas, isto é, que dão a luz formas jovens, sem botar ovos, produzem óvulos antes de nascerem. Isto significa que um embrião pode existir dentro de outro maior e mais maduro, já que elas reproduzem assexuadamente, como descrito anteriormente. Desta forma, um pulgão fêmea pode conter dentro de si não só os embriões de suas filhas, mas também os de suas netas, que já estão se desenvolvendo dentro de suas filhas. A partenogênese, combinada com estas gerações telescópicas dão aos afídeos uma capacidade incrível de reprodução, onde ocorrem imensas populações em um tempo muito curto. Predadores naturais joaninhas, pássaros, anfíbios, répteis, pequenos mamíferos (primatas). |
| TATURANA (Lonomia obliqua) |
Características as lagartas taturanas (tata = fogo; rana = semelhante) são também conhecidas por lagartas urticantes e lagartas de fogo. Pertencem à Ordem Lepidoptera, grupo que abrange as mariposas e borboletas. Têm grande importância médica, pois, o contato das cerdas (pêlos) de algumas espécies com a pele humana pode causar lesões graves. Estas cerdas possuem glândulas na base ou no ápice, que produzem toxinas que causam as irritações.Possuem cerdas endurecidas sobre o corpo que lembram pinheirinhos de natal. As lagartas no último estágio de desenvolvimento são grandes (6 a 7 cm de comprimento). A coloração normalmente é esverdeada com manchas brancas ou amarronzadas. A pupa é marrom escura e ocorre entre folhas secas ou no solo. São muito perigosas , pois t ocando em suas cerdas, você pode sentir queimação, hemorragias e outros sintomas que podem levar até à morte. O menor contato com os espinhos da lagarta pode provocar irritação, ardência, queimação, inchação, avermelhamento, febre, mal-estar, vômitos. Quando há hemorragia, os sintomas podem aparecer em algumas horas ou em até 3 dias e incluem manchas escuras, sangramentos pela gengiva, nariz, intestinos, na urina e até nas feridas cicatrizadas. Sem assistência médica, a vítima pode até morrer. Mariposas e pulpas não causam problema ao homem. M ede de 5 a 7 cm, tem cor marrom-claro-esverdeado e o dorso é percorrido por faixas longitudinais de cor |
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castanha-escura com manchas Amarelo-ocreadas. O adulto possui aparelho bucal sugador. As mariposas são grandes e apresentam dimorfismo sexual. Os machos têm cerca de 6 cm de envergadura e coloração amarelo-alaranjada, com riscas pretas transversais nas asas anteriores e posteriores. As fêmeas tendem a ser maiores (8 cm de envergadura ou mais) e coloração pardo-violácea. Quando em repouso, as fêmeas mimetizam folhas secas com muita perfeição. Interessante observar que elas sobem e descem sempre em fila indiana (umas atrás das outras). Este fenômeno é chamado de processionismo (procissão) e se deve à liberação de um feromônio de agregação que é secretados por elas. Habitat matas úmidas de Mata Atlântica e lavouras. Ocorrência passaram a ocorrer nos pomares no início dos anos 90 e embora não representem ameaça do ponto de vista econômico, são extremamente perigosas à saúde do homem. Ocorrem em todo o Brasil, sendo mais comuns na região Sul. Hábitos as lagartas são gregárias durante o dia, ocorrendo lado a lado umas das outras, em colônias de 20 a 30 indivíduos, no tronco e ramos grossos de árvores como cedro, abacateiro, bergamoteira, ameixa, araticum, seringueira, pereira, no milharal, etc. Durante a noite se espalham pela planta para se alimentar das folhas, depois descem pelo tronco para repousar. Afora os hospedeiros na mata nativa, as taturanas já foram verificadas em plantas de macieira, pereira, caquizeiro, ameixeira e principalmente pessegueiro. Também podem surgir em plantas de plátano, árvore esta muito utilizada como quebra-vento nos pomares. Tanto é impressionante de ver a maneira como a colônia em repouso consegue se mimetizar com o tronco (normalmente revestido de micro musgos e algas verdes, dado a alta umidade do local) quanto o é, ver a lagarta camuflar-se no chão ao caminhar por entre as folhas caídas. Chama a atenção a maneira extremamente rápida com que se move quando nestas circunstâncias. Embora elas não caminhem habitualmente no solo, supõe-se que quando ela o faz, seja porque caíram acidentalmente de uma folha ou de um galho, seja porque, caminham no chão quando da época de procura por locais em que irão empupar, tornam-se nestas circunstâncias passíveis de oferecer risco de acidentes, principalmente caso alguém venha à pisá-las descalço. Alimentação folhas Reprodução com pouca autonomia de vôo, a fecundação entre o macho e a fêmea ocorre geralmente na mesma árvore-mãe (hospedeira), geralmente em plantas nativas como o tapiá, cedro, aroeira. No Sul do Brasil, em frutíferas comuns como o abacateiro, nespereira e pereira, cujas folhas, nutrem e sustentam o ciclo da sua metamorfose. Após a cópula, os ovos são depositados sobre folhas e galhos. Completada a postura os pais morrem aproximdamente 15 dias depois, pois não se alimentam por terem o aparelho bucal atrofiado. F êmeas adultas geralmente depositam seus ovos, agrupados ou isoladamente, nas folhas da planta hospedeira que servirá de alimento às lagartas. Os ovos têm coloração verde e são levemente ovalados. As larvas nascem e, após devorarem a casca do próprio ovo, que contém substâncias essenciais ao seu desenvolvimento, passam a alimentar-se da planta hospedeira até atingirem seu tamanho máximo. Atingido seu tamanho máximo, param de se alimentar entrando na fase de pupa (crisálida). A eclosão ocorre em média 25 dias após a postura, e as pequenas lagartas iniciam logo sua faina alimentícia. Começam primeiramente a comer a casca de seus ovos e posteriormente as folhas mais duras e assim o fazem regularmente até se transformem em pupas. Nesta fase de crescimento elas trocam de pele 6 vezes, até que finalmente empupam. Para isso, procuram um local seguro para empupar, no solo, junto à base da árvore hospedeira e sob o húmus em umidade de 80% aproximadamente, trocam de pele e já se transformam em pupas. A umidade do local é muito importante para que as pupas não se mumifiquem. Permanecerão imóveis neste estado por 20 dias aproximadamente onde após o rompimento das pupas emergirão as mariposas machos e fêmeas, dando início novamente ao ciclo da vida. No final desta fase, o inseto bombeia hemolinfa (sangue dos insetos) para as extremidades do corpo, a fim de expandir-se rompendo a pele da crisálida e, posteriormente, inflar as asas. Depois que a pele da crisálida se rompe, o inseto apresenta as asas amarrotadas e todo o corpo ainda mole. Predadores naturais insetos das ordens Diptera, Hymenoptera e Hemiptera além de Vírus e Nematóide. |
| TESOURINHA (Doru luteipes) |
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Características também conhecida por bicha-cadela, bicho-da-lenha, lacraia, rapelho e tesoura são insetos que caracterizam-se por apresentarem na ponta do abdome (ápice) uma pinça bem desenvolvida. O nome da ordem (Dermaptera) significa: dermatos = pele; pteron = asa, referindo-se à textura das asas. São alongados, com dois pares de asas e aparelho bucal do tipo mastigador. Possui coloração marrom clara ou amarelada. O apêndice em forma de tesoura na ponta do abdome serve |
| TRAÇA DAS ROUPAS (Tineola uterella) |
| TRAÇA DOS LIVROS (Acrotelsa collaris) |
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Características também chamadas de traças prateadas, são desprovidos de asas. Seu aspecto lembra um peixe prateado , apresentando corpo alongado e com apêndices caudais longos, filiformes, muito característicos. Têm coloração cinza prateada e tamanho entre de 0,85 a 1,3 cm. Podem ocasionar danos a livros e outros materiais. Os jovens assemelham-se aos adultos, exceto por serem menores, apresentando ametabolia, isto é, desenvolvem-se diretamente sem que sofram metamorfose. |
| TRIPES (Taeniothrips xanthius) |
Características foi introduzida no Brasil em 1961, originário da Ásia Oriental, que se propagava no fícus, o tripes ou lacerdinhas são insetos de tamanho pequeno com aparelho bucal do tipo raspador. São pragas importantes de diversas culturas e, quando presentes em grandes populações, causam danos consideráveis às plantas. Plantas atacadas pelos tripes ficam com coloração prateada, as folhas ficam retorcidas e caem prematuramente. Além do dano direto que provocam pela alimentação os tripes também podem transmitir vírus para as plantas, o que causa, muitas vezes, sua morte. Asas estreitas com longas franjas em suas margens. A coloração é normalmente amarelada ou preta brilhante. As ninfas, fase jovem dos tripés, assemelham-se muito aos adultos com o corpo bastante alongado, porém não apresentam asas. Os machos são de menor tamanho do que as fêmeas. Este inseto provoca intensa irritação nos olhos dos passantes, chegando a provocar graves acidentes de trânsito. |
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| VAGA-LUME (Lampyris noctiluca) |
![]() macho e fêmea |
Características conhecido também por pirilampo, o macho mede em torno de 10 mm de comprimento e a fêmea, entre 12 a 20 mm. O macho tem duas asas e élitros. Com seu corpo frágil, cor de terra, a fêmea do vaga-lume pode somente arrastar-se no chão. Para compensar a falta de asas, desenvolveu-se algo muito especial durante a evolução do vaga-lume: pequenas glândulas que segregam luciferina, uma substância que em determinadas condições se torna luminescente. A luz verde é o sinal para que o macho interrompa seu balé aéreo e venha juntar-se à fêmea. Essa diferenciação tão marcada entre os sexos é rara entre os coleópteros. A espécie Lampyris noctiluca é a mais comum no Brasil. Sua larva luminescente é muito parecida com a fêmea adulta. Uma molécula de luciferina é oxidada por oxigênio, em presença de trifosfato de adenosina, |
| VAQUINHA (Diabrotica speciosa) |
Características é uma séria praga de numerosas culturas agrícolas, incluindo, o milho, feijões, soja, batata, trigo, melão, pepino, couve, brócolis, espinafre e alface. O s adultos são besouros verdes, com manchas amarelas nos élitros. São muito conhecidos, principalmente pela sua coloração verde-amarela, recebendo às vezes a dominação de "nacional" ou "vaquinha-patriota". Cabeça marrom e tíbias pretas. Medem de 5 a 8 mm. As larvas, conhecidas como larva-alfinete, são cilíndricas e, quando completamente desenvolvidas, atingem o tamanho máximo de 10 a 12 mm, com cerca de um mm de diâmetro. Geralmente são de coloração esbranquiçada, sobressaindo a cabeça e o ápice do abdome, que são de coloração preta. |
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