Culturais, Históricos e Arquitetônicos Casa da Cultura - sobrado construído em 1824, foi reivindicado pela comunidade para ser um espaço a serviço dos diversos segmentos culturais. Em 1985 foi comprada pela Prefeitura de Angra dos Reis para ficar definitivamente a serviço da cultura do município e foi tombada pelo INEPAC. No térreo mantém exposições toda semana. Também no térreo se encontra o Ateneu Angrense de Letras e Artes, entidade que procura desenvolver, apoiar e promover a cultura na região. Fica na esquina da Rua do Comércio com a Rua Raul Pompéia, bem em frente ao Banco do Brasil. |
Capela de Nª Sª do Amparo - situada em um platô às margens do Rio Jurumirim. Do lado esquerdo do platô existe um pequeno cemitério murado. Não há referências do ano de construção, mas sabe-se que a data do século XX. Trata-se de uma construção singela, mas com boa harmonia de linhas. Fachada frontal composta de porta central e pequeno vão retangular acima da mesma. A torre sineira fica situada na parte posterior direita e na lateral esquerda. Há um pequeno anexo colado ao corpo central. Rodovia RJ 16 (Angra-Getulândia), a 6 km do trevo da BR 101, 18 km de Angra dos Reis. |
| Capela de Santa Luzia - situada na Rua do Comércio, principal rua comercial do núcleo urbano de Angra dos Reis, na esquina com a Travessa Santa Luzia, em área bastante conturbada urbanisticamente, o que prejudica a boa visibilidade do monumento. Construída em 1632, em cumprimento a promessa feita pela família Venerável de Oliveira, primitivos povoadores da Vila dos Santos Reis Magos, à beira mar, é o segundo mais antigo templo religioso situado na área urbana e a primeira matriz de Angra dos Reis. Foi tombada pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 01/12/1954. Construção de linhas simples, em seu interior, nave única com teto abobado de madeira e púlpito na lateral direita. Arco cruzeiro simples, altar-mor em dossel com lambrequins, colunas compostas e ladeadas por dois nichos. Merecem destaque: a imagem de Santa Luzia em madeira, estilo barroco, que está no nicho central, e os dois lustres de cristal que ainda existem. Apresenta na fachada |
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| principal, portada com ombreira e verga em arco abatido em cantaria, cimalha e porta de folhas almofadadas de madeira. À altura do coro, duas janelas com molduras de pedra e vedação em guilhotinas. Frontão vazado e coroado por cruz. Torre à direita, com porta em verga em arco abatido e folhas lisas, e janela com vedação em guilhotina. Na parte superior, duas simeiras geminadas e outra acima, todas arrematadas por pináculos. Aberta para visitação no horário comercial. |
Casa da Cadeia Pública/Câmara Munic de Vereadores - localizada numa das laterais da Praça Nilo Peçanha. O Conjunto circundante da praça é composto, na sua maior parte, por edifícios de 2 andares, destacando-se o Prédio do Governo Municipal e o sobrado que lhe faz fundo. A praça é simples e pequena, com arborização de pequeno porte e as ruas que a contornam são as estreitas e calçadas com paralelepípedos. Não tem-se conhecimento da data precisa de sua construção, mas, segundo Honório Lima, pode-se afirmar que data de aproximadamente 1624. Está atualmente muito modificada em virtude das várias reformas sofridas, que acabaram por descaracterizá-la. Construção de planta retangular sólida, com acesso para o segundo pavimento por escada externa, na fachada frontal |
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à praça. Os vãos desta fachada, no segundo pavimento, são portas almofadadas com molduras de massa realçadas pela pintura azul, arqueadas. Possuem também balcões individuais com guarda - corpos de ferro. O pavimento inferior apresenta vãos simples e embasamento de pedra. O guarda corpo da escada externa também é de ferro. Seu interior foi bastante modificado para acomodar as instalações da Câmara Municipal de Vereadores. Visitação de 2ª a 6ª de 10:00 às 17:00. |
| Chafariz da Carioca - situado no final da Rua Professor Lima, rua bem estreita, com calçamento de paralelepípedos, tendo seu entorno composto por casas simples de dois pavimentos a direita existe um pequeno obelisco. Sua construção data de 1842. É composto de um frontão simples, com cimalha marcada e coroada por dois pináculos laterais e corpo central maior, em volutas. Cinco bicas de bronze jorram água em um pequeno tanque de pedra, com grade de ferro. Deste tanque elas correm para um pequeno poço de granito, à direita, de onde seguem para a galeria de águas pluviais. Os chafarizes, na época que eram construídos, serviam para o abastecimento de água da população. Este chafariz está associado a uma lenda: a de uma jovem apaixonada, cujo namoro com um poeta era proibido pelos seus pais. O moço foi lutar como voluntário na Guerra do Paraguai e lá morreu. A moça, inconformada, |
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ia chorar ao lado da fonte e consumida pela dor veio logo a falecer. Com o tempo conta-se que sombras de branco do par de enamorados eram vistas junto à fonte. Outra crendice é a respeito de que a pessoa que beber água da bica do meio jamais se afastará da cidade. |
| Conjunto da Pça General Osório - situado em lote que abrange duas ruas do Comércio e Júlio Maria. As três fachadas estão voltadas para as áreas abertas: Praça General Osório, Cais de Santa Luzia e Largo do Carmo, o que propicia excelente visibilidade do conjunto do Convento e a Igreja do Carmo, a Igreja da Ordem 3ª de Nossa Senhora do Carmo e o Chafariz Marquês do Herval. Data do século XVIII e foi tombado pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 1969 e 1970, pela conotação histórico-urbana que apresenta, além do apuro da construção e grandiosidade da concepção. O conjunto é composto de sobrados uniformes, a ponto de parecerem uma só construção. Nas três fachadas, no pavimento térreo, os vãos são postos com molduras de pedras, com verga arqueada. No pavimento superior da fachada voltada para a praça, apresenta portas e janelas com molduras de madeira, vergas arqueadas, guarda-corpo corrido de ferro, bandeiras e folhas externas |
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envidraçadas. Nas outras duas fachadas, os vãos são janelas com molduras de madeira, vergas arqueadas e bandeiras guilhotinas envidraçadas. O conjunto apresenta também esquinas bem marcadas com embasamento de pedra. O interior das casas foi bastante alterado para acomodar as instalações dos novos estabelecimentos. Pça. General Osório (Largo do Carmo), Centro. Funciona no horário comercial. |
Convento e Igreja N. Sra. do Carmo - situado em área defronte ao mar, tendo à sua direita a Praça General Osório, com seu conjunto tombado pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 03/11/1970, e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Nas proximidades encontra-se também o Chafariz Marquês de Herval. A rua que o circunda é bastante movimentada, por ser o acesso principal para o centro da cidade. Frontal ao conjunto tem-se o atracadouro, com o aterro que serve de local para o comércio de peixe. Fazendo pano de fundo ao conjunto, vê-se o perfil do Morro do Carmo. Primitivamente tratava-se de modesta Casa de Missão. Em 16 de Julho de 1593 iniciou-se a construção do conjunto, sendo a atual, de 1625. Foi erguido em terrenos doados às Carmelitas, por escritura lavrada em 29/12/1623. De arquitetura simples, em estilo da época colonial brasileira, resistiu ao tempo, apesar de ter sido bombardeado, durante a invasão francesa de 1710 e ter |
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sofrido várias reformas, uma delas em 1918, onde foi feita adaptação de uma ala para colégio, surgindo na fachada principal portas e janelas. Construção austera, com fachada frontal sem detalhes arqutetônicos relevantes, composta pelo corpo do convento, a igreja e a torre sineira. Pavimento superior com janelas, em molduras de madeira, verga em arco abatido, sobreverga, bandeira guilhotinada envidraçada. A igreja apresenta nave única, capela-mor com teto abobado, altar-mor com três nichos, altares laterais, portas que dão para o convento, púlpitos e coro em madeira. Tem portada de ferro, verga em arco abatido e porta almofadada. Ao nível do coro, três janelas idênticas às do corpo do convento. Cimalha bem marcada, frontão simples, com óculo lobulado no tímpano, envidraçado, encimado por cruz de ferro e quatro corruchéis. Torre sineira acoplada à lateral direita, com cúpula facetada, ladeada por corruchéis, revestida de azulejos e coroada por galo de grimpa em bronze. Abaixo dos sinos e acima das cimalhas, relógio encrustado na parede. Ao nível do térreo, óculo lobulado. No interior da igreja merecem destaque, a imagem de Nossa Senhora da Saúde(altar-mor) e o Cristo Crucificado, que está no altar lateral direito. Praça General Osório (Largo Do Carmo), Centro. Funciona 2ª, 5ª e domingo, em horário de missas. |
Ermida de Nº Sº do Bonfim - também conhecida como Igrejinha do Bonfim, se encontra isolada na Ilhota do Bonfim, com fachada frontal voltada para o leste. A ilhota fica bem próxima da Praia do Bonfim e, nos períodos de maré baixa, é possível alcançá-la a pé. Erguida em 1780, em agradecimento ao senhor do Bonfim, pelo náufrago Manoel Francisco Gomes. Tombada pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 01/12/1954 e restaurada pelo mesmo órgão em 1976. A capela é protegida por pequena murada que define um amplo pátio na sua parte frontal. Na fachada, frontão curvo vazado, ladeado por pináculos, na parte esquerda. À direita, duas sineiras geminadas e pináculos. Foram alteradas a varanda frontal e a sacristia. No seu interior destaca-se a imagem de Nosso Senhor, em tamanho natural, com incrustações em prata. Só abre no dia do padroeiro Senhor do Bonfim na 1ª semana de maio, quando realiza-se a festa com procissão marítima, atividades esportivas e barraquinhas na praia em frente à Igreja. |
![]() Ermida N. S. Bonfim |
encontra-se no nicho central do altar-mor, tem 1,80 m de altura e apresenta a postura tradicional de Nossa Senhora de Conceição. De colorido discreto, prevalecendo o branco e o azul, destacam-se seu manto e a coroa de ouro. É a Igreja mais rica do município, possuindo retábulos, imagens e indumentárias preciosas. Apesar de sua pedra fundamental datar de 15 de Dezembro de 1626, sua construção durou mais de um século, devido às precárias condições econômicas dos habitantes locais. Sua Pia Batismal, toda em mármore importado, foi doado por D. José I, Rei de Portugal, em 1758. Praça Silvestre Travassos, Centro. Funciona de 3ª a domingo em horários de missas.
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Monumento aos Naúfragos do Aquidabã - situado na Ponta do Leste, em um patamar totalmente voltado para o mar, sendo em seu entorno todo gramado, com bancos de concreto e algumas árvores esparsas. Foi edificado em homenagem aos mortos do maior acidente da Marinha de Guerra Brasileira. Em 21 de Janeiro de 1906 o navio Aquidabã explodiu matando a nata do almirantado da época. O navio transportava uma comissão que iria supervisionar a instalação na Baía de Jacuecanga, do Arsenal de Marinha, que seria transferido para aquele local. Monumento em forma de obelisco, de granito, está assentado sobre uma base de pedra escalonada. Nas faces verticais da base, estão as gavetas, com os restos mortais da tripulação. Acesso no Km 470 da Rio-Santos, no trevo da Petrobrás, Jacuecanga. |
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Núcleo Histórico da Vila de Mambucaba - o espaço físico da Vila de Mambucaba, situado do lado esquerdo da foz do Rio de mesmo nome, é caracterizado por uma planície aluvial espremida entre o mar e a montanha, representada pela Serra da Bocaina. A área de Mambucaba foi originalmente ocupada com lavouras de cana-de-açúcar e, graças ao rio na época ser navegável, criou-se um porto regular no local. Nos séculos XVIII e XIX o porto funcionava oficialmente para importação de produtos manufaturados e exportação de produtos agrícolas e também clandestinamente, para receber levas de escravos e exportar ouro em pó e pedras preciosas. Com a construção de uma estrada pelo interior do Vale do Paraíba, o porto entrou em decadência, até o surgimento da cultura cafeeira, que deu novo impulso à Vila. A única função do núcleo, atualmente, é a turística, graças a sua praia muito procurada por visitantes. O Núcleo teve seu enriquecimento |
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graças às fazendas de café e ao porto. A vida cultural era bastante movimentada, com bailes, saraus e até
apresentações teatrais de grupos franceses. Com a abolição da escravatura, a mão-de-obra se tornou escassa, provocando a desativação das fazendas, dos engenhos e do porto, resultando na decadência da vila. O sítio urbano está entre a BR 101 e o mar, a trama urbana se resume a duas ruas paralelas - Rua do Comércio e Rua das Flores - e um largo ao lado da Igreja do Rosário. Apesar da história da Vila remontar ao ano de 1553, as construções existentes, atualmente no núcleo histórico, são todas do século XIX. Destacam-se a Igreja do Rosário e algumas construções, principalmente na Rua das Flores. O núcleo histórico foi tombado pela antiga SPHAN, atual IBPC, em 11/12/1969. |
Prédio do Governo Municipal - localizado num dos lados da Praça Nilo Peçanha, tem do lado oposto o antigo prédio da Cadeia Pública, onde hoje funciona a Câmara Municipal de Vereadores. O conjunto circundante da praça é composto, na maior parte, por construções de 2 e 3 andares, sem maiores cuidados arquitetônicos. Destacam-se apenas o prédio da Câmara de Vereadores e um sobrado que lhe faz fundo. A praça, onde está situado o prédio, é pequena e simples, sem arborização de porte e as ruas que a contornam são estreitas e calçadas com paralelepípedos. O edifício foi construído para ser o Paço Municipal, no final do século XIX, com recursos da própria municipalidade e inaugurado em 24 de maio de 1876. Na segunda década do século XX, foi abandonado com todo o mobiliário, arquivo e biblioteca, até ruir. Em 1930 foi totalmente restaurado e a sede do Governo Municipal, que se achava instalada sobra- |
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do da Rua do Comércio, para lá transferida. Construção simples de 2 pavimentos, com platibanda frontal. No pavimento superior, as sete janelas apresentam molduras de massa e sobreverga reta, também de massa. Entre as janelas e cornija vêem-se três brasões nacionais, em massa, pintados. No térreo, pequeno patamar frontal com escadas laterais, dando acesso às três portas. Portadas de pedra com vergas em arco pleno, porta central mais alta e todas as três com bandeira de ferro. O interior do prédio foi bastante alterado para acomodar as instalações do Governo Municipal. Funciona de 2ª a 6ª das 10:00 às 17:00. |
| Ruínas do Engenho Central do Bracuhy - localizadas na baixada do Rio Bracuhy, junto ao acesso do Condomínio de mesmo nome. Seu entorno é composto pelas vias de circulação, pelos edifícios do Condomínio e por uma vegetação típica de manguezal. Foi construído nas terras da Fazenda Bracuhy e, na época, era o mais bem equipado engenho do país, graças ao sistema empregado por suas máquinas importadas da Europa. A construção em si lembra a arquitetura típica da Revolução Industrial e, apesar de estar em ruínas, ainda é possível ver os fossos subterrâneos e as grossas paredes do engenho. Não existe mais a cobertura nem seus equipamentos. Acesso no Km 504 da BR 101. |
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Seminário da Santíssima Trindade de Jacuecanga - localizado no núcleo urbano de Jacuecanga, próximo ao mar. Seu entorno é edificado, mas sem prejudicar a ambiência. Fundado em 1797, por Joaquim do Livramento, ficou abandonado durante muito tempo, transformando-se em ruínas. Restaurado a partir de 1980, sem preocupação de manter suas linhas originais, foi totalmente modernizado, tendo o seu interior transformado em salas de aula. Nos fundos ainda se pode observar partes das ruínas, como muros de pedras, arcadas e nichos. A fachada frontal ao mar permanece com as principais características da construção original. A 15 Km do centro de Angra. |
Aldeia "Sapukai" - Tekea Sapukai significa aldeia de ajuda ou socorro. Seu antigo nome era Aldeia de Itatinga. A reserva indígena esta localizada no meio da Mata Atlântica, em local conhecido como Bracuhy e tem uma população de aproximadamente 300 habitantes. Sua área é de 2.500 ha . Localiza-se próximo ao Pico do Frade, de 1640 m de altura, onde está a Cachoeira do Bracuhy, que é o limite do Parque Nacional da Bocaina. O nome Bracuhy vem de Pakuri, fruta que existia em abundância no local. Na aldeia vivem os índios Mbya, que significa "Habitantes da Mata". Juntamente com os Kaioua e os Nhandeva eles pertencem à família dos Guaranis. Para eles a natureza é um ente sagrado, de onde retiram os elementos necessários para a sua sobrevivência. Assim, guiados pela natureza, os Mbyas partiram de Paraty-Mirim em busca da “Terra Perfeita”, |
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chegando a Tangara (passarinho) e fixando sua moradia no
Bracuhy. Os Guaranis da aldeia "Sapukai", hoje vivem praticamente do artesanato vendido à beira da BR-101, próximo ao Porto Bracuhy. A língua da aldeia é o guarani. O uso do português é limitado, principalmente para contatos fora da aldeia. No local encontram-se as ruínas do antigo Engenho Central, importante fabricante de açúcar do século passado. Acesso partindo-se do centro de Angra, seguindo pela Rio-Santos (BR-101) em direção a Santos até o bairro Bracuhy, a entrada da aldeia está a 4,5 km da BR-101. Encontra-se a 25 km de Angra. |
Serra Pico do Frade - localizado na serra do Frade, parte integrante da Serra do Mar. A serra do Frade é formada de rochas cristalinas (granitos, gnaisses, filitos, xisto e quartzitos), o que dá origem a solos ácidos e à presença de grandes blocos de afloramentos graníticos (Boulders). O pico é chamado de Frade por apresentar, de determinados ângulos, a forma de capuz de frade e também por estar ligado à antiga lenda de um frade que andava por aquela região, catequizando os índios, tendo este sido assassinado pelos índios guaianás em local próximo ao pico. É bastante visível tanto do mar como para quem trafega pela BR-101, sentido Santos-Rio. Está situado dentro dos limites do Parque Nacional da Serra da Bocaina e se destaca pelo seu valor paisagístico. Existem várias trilhas para alcançar o pico, que é o segundo ponto mais alto do município. A mata fechada dificulta seu mapeamento, por isso é aconselhável a presença de um guia. |
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